Veja 3 aspectos explorados pelos professores em aula que foram completamente adaptados e melhorados após a chegada da tecnologia na educação
As aulas passaram a ser muito mais participativas e colaborativas A tecnologia parece ter chegado na educação para ficar, e já é possível ver diversas mudanças na sala de aula: o comportamento de professores e alunos mudou, o modo de interagir, a forma de passar tarefas. Confira, além dessas, outras 3 atividades feitas em sala de aula que foram revolucionadas pela tecnologia: 1 - Pesquisas Talvez você esteja pensando que pesquisas são tarefas a serem feitas em casa. É justamente isso que mudou: antes os professores costumavam pedir pesquisas como tarefas de casa, mas hoje em dia isso não é mais necessário porque os alunos podem usar dispositivos móveis ou desktops da escola para fazerem pesquisas em grupo e na própria sala de aula. O leque de informações que se tem atualmente é muito mais amplo do que outrora, afinal milhares de livros e notícias estão a apenas um clique de distância. 2 - Participação Como o acesso à informação é facilitado pela internet, os alunos conhecem vários assuntos e conseguem colaborar com a aula opinando e mostrando o que viram online. As aulas passaram a ser muito mais participativas e colaborativas. 3 - Exercícios A forma de fazer exercícios mudou bastante: os alunos podem fazer atividades online em diversas plataformas de ensino. Além disso, essas atividades deixam rastros que, quando analisados, permitem que o professor compreenda as dificuldades de cada estudante e adapte suas aulas de forma a melhorar o aproveitamento do conteúdo. Isso é o que chamamos de big data e que é uma das tendências da educação para os próximos anos. |
| Fonte: Universia Brasil |
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quinta-feira, 2 de outubro de 2014
Tecnologia e Educação
Marcadores:
INTERNET,
Tecnologia Educacional
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
| Sites para fazer cursos online |
Manter-se atualizado e buscar expandir as possibilidades do conhecimento são caracterísicas necessárias na composição do profissional contemporâneo, seja qual for sua área de atuação. Quanto mais capacitado um indivíduo estiver, tanto na teoria como na prática, maiores serão suas chances de inserção e estabilidade no mercado de trabalho, que caracteriza-se atualmente pela alta competitividade entre os candidatos e a seleção rigorosa das empregadoras que buscam os melhores profissionais para integrarem suas respectivas equipes de colaboradores.
E você sabe como é possível valorizar o seu currículo e adquirir novas habilidades e conhecimentos sem sair de casa ? Acompanhe nossas dicas e saiba como realizar cursos de diversos segmentos e classificações na internet SEBRAE Os cursos oferecidos no site do SEBRAE estão entre os mais indicados por educadores e alunos que obtiveram qualificação profissional por meio das aulas e conteúdos textuais disponíveis gratuitamente no portal EaD SEBRAE, com o grande diferencial de oferecer cursos focados na realidade do mercado de trabalho com suas múltiplas oportunidades, exigências e desafios. Visite o site de cursos online do SEBRAE e escolha o que deseja estudar através do link:http://www.ead.sebrae.com.br/lista-de-cursos/ FGV A Fundação Getúlio Vargas está entre as instituições de ensino de maior prestígio do país, sendo também uma das pioneiras, ao disponibilizar o aprendizado via internet para milhares de pessoas de forma gratuita e ilimitada. São cursos de atualização, especialização, aperfeiçoamento e graduação, todos autorizados pelo MEC. Para ter acesso à lista de cursos e se inscrever, acesse o site EaD da Fundação Getúlio Vargas:http://www5.fgv.br/fgvonline/Cursos/ Unieducar No site da Unieducar Universidade Corporativa são oferecidos cursos das mais distintas áreas de atuação com vista na demanda de serviços identificada no mercado de trabalho. O aluno não precisa ir até o colégio para se capacitar e garantir o seu certificado, basta acessar o site, realizar seu cadastro e escolher o curso que deseja qualificação, sendo que além dos cursos especializados e de nível superior, estão disponíveis conteúdos totalmente gratuitos para o amplo aprendizado e aprimoramento dos estudantes. Acesse e confira: https://unieducar.org.br/ Senai O Senai está na lista das instituições de ensino mais prestigiadas do país graças ao método empregado no desenvolvimento de cursos que realmente possam formar os profissionais que o atual mercado de trabalho necessita. O ensino a distância é oferecido livremente, bastando aos interessados que acessem o site, realizem a matrícula e escolham o curso que desejam. Veja as opções através do link: http://www.senai.br/ead/transversais/ Portal Educação Estude 100% online e 100% gratuito quando e onde desejar. Se você busca por cursos de idiomas, preparatórios para concursos públicos, cursos organizacionais e profissionalizantes,: registre-se no site e seja mais um estudante do Portal Educação, realizando quantos cursos desejar. Para conhecer o site e saber quais os cursos são oferecidos, acessehttp://www.portaleducacao.com.br/cursos-online e tire suas dúvidas. Ao concluir qualquer curso nos sites aqui listados você terá direito a um certificado que registrará sua aprovação e a carga horária, conforme as exigências de cada modalidade. |
| Fonte: Guia da Semana - São Paulo |
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Dicas para professores utilizarem o Facebook
Se você faz parte do corpo docente de uma instituição de ensino e gostaria de usar redes sociais em suas aulas, confira 4 dicas para professores utilizarem o Facebook
Uma das maneiras de interagir com seus alunos sem precisar adicioná-los ao seu perfil é criar uma página no Facebook Com tantas inovações tecnológicas, conseguir implementá-las ao dia-a-dia é essencial para se manter atualizado. Se você é um professor, também existem maneiras de tornar isso possível. Interagir com seus alunos por redes sociais pode ser uma ótima alternativa de acompanhar o desenvolvimento no aprendizado deles e manter contato quando necessário. 1. Mantenha seu perfil profissional Seu Facebook deve mostrar o seu trabalho, já que você pretende se conectar com alunos, com colegas de trabalho e também com as instituições de ensino nas quais poderia trabalhar. Por isso, é importante que você mantenha sua página com uma imagem profissional para que assim não seja necessário se preocupar com o que é apropriado compartilhar ou não. 2. Crie uma página Uma das maneiras de interagir com seus alunos sem precisar adicioná-los ao seu perfil é criar uma página. Com isso, você pode atualizar os estudantes e até os pais deles sobre o que tem ocorrido na sala de aula, datas de entrega para projetos etc. Como páginas no Facebook são públicas e todos podem ter acesso ao conteúdo, você também pode compartilhar conteúdo que seria interessante para mais pessoas e então divulgar seu trabalho. 3. Crie um grupo Se você prefere apenas interagir com seus alunos de maneira privada, criar um grupo é uma boa alternativa. Isso também possibilitará que todos compartilhem ideias, trabalhos, datas, lembretes etc. 4. Dê orientações Mesmo que as redes sociais sejam ferramentas com as quais os estudantes normalmente estão acostumados, é necessário que você implemente algumas regras a seus alunos para que eles interajam de maneira correta. |
| Fonte: Universia Brasil |
terça-feira, 16 de abril de 2013
Desenvolvendo cruzadinhas
Acesse o link e descubra como se pode criar cruzadinhas na Internet.
https://www.dropbox.com/s/c1gspxjtxk0jiry/jcrosshtml.htm
https://www.dropbox.com/s/c1gspxjtxk0jiry/jcrosshtml.htm
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Criando Cruzadinhas na Internet
Acesse o link e descubra como podemos criar atividades para os alunos e publicar na Internet.
https://www.dropbox.com/sh/uedshrt5l8svlgq/3DvHYj6cUZ
Utilizando cruzadinhas com o Jcross
Acesse o link abaixo e descubra uma das utilizações do Hot Potatoes, que facilita a criação de exercícios para os alunos e podem ser disponibilizados na Internet.
https://www.dropbox.com/s/r2wkpsfaho9ltd4/crosshtmlzip.zip
https://www.dropbox.com/s/r2wkpsfaho9ltd4/crosshtmlzip.zip
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Redes sociais ajudam no aprendizado
Professores aproveitam o interesse dos estudantes e usam a criatividade para colocar seus perfis no Facebook, Twitter e Orkut a serviço da aprendizagem. Estar atento aos hábitos dos jovens é essencial para a atividade.
As redes sociais têm chamado a atenção de um número cada vez maior de educadores. Eventos que discutem o uso do Facebook, Twitter, Orkut e outros meios no processo de ensino multiplicam-se pelo país, assim como sites e fóruns virtuais que tentam ajudar educadores que querem entender e usar os novos meios. Ainda assim, fazer com que alunos obtenham uma efetiva experiência de aprendizagem dessa forma é um desafio que exige habilidade e estratégia.
O difícil controle da turma em atividades com essas ferramentas afasta alguns profissionais dessa prática e frustra as tentativas de outros. Ao contrário da realidade em sala de aula, onde a presença do professor já impõe certa ordem, nas redes sociais é a colaboração voluntária que faz uma tarefa funcionar. Nesses ambientes, todos podem falar, criticar, visitar os perfis e compartilhar informações sem um mediador. Estar atento aos hábitos dos alunos e agir com criatividade é essencial para tirar o melhor dessas circunstâncias.
O álbum de fotos de Bilek está dividido em mapas, bandeiras e imagens de países que ele visitou.
É o que fez o professor de Geografia Jorge Bilek, do Colégio Positivo. Acostumado a lidar com novidades na internet e ciente de que seus alunos o encontrariam de qualquer forma no Facebook, ele incluiu em seu perfil várias possibilidades de aprendizado. A seção de fotos, por exemplo, é dividida em álbuns com bandeiras, imagens e mapas dos estados brasileiros e países por onde já passou. Assim, o aluno acaba conhecendo um pouco mais das culturas de que falam em sala de aula.
As fotos são sempre muito comentadas entre os alunos, mas é o álbum intitulado Aulas e Atividades o mais visitado. Eu tiro foto do que passo no quadro e depois posto lá no Facebook, explica Bilek. Assim, aqueles que optam por apenas ouvir a explicação, sem copiar [o que está no quadro], ou os que faltam à aula podem ter acesso àquilo que a turma viu em sala.
Outro perfil muito movimentado na rede é o da professora de Língua Portuguesa Rita Guimarães, de Franca (SP). Atuando no Facebook, no Twitter e no Orkut, ela usa as redes sociais para tudo, desde distribuição de tarefas até discussões sobre textos. Rita é uma defensora convicta do benefício das redes sociais na educação. A facilidade e a velocidade da informação são impressionantes. Conseguimos mobilizar muito mais gente e muito mais rápido, diz.
Construção coletiva
Entre os pesquisadores da área, há o consenso de que, para as redes sociais contribuírem de fato no aprendizado dos alunos, é essencial não tentar reproduzir nelas as mesmas práticas da sala de aula. Infelizmente, é comum usarem uma tecnologia nova de um jeito velho, diz o professor Luis Fernando Gomes, da Universidade de Sorocaba e presidente da Associação Brasileira de Estudos de Hipertexto e Tecnologia Educacional (Abehte).
Segundo Gomes, a relação em rede e o compartilhamento rápido são o que há de melhor nos novos meios para renovar as atividades em sala de aula. As redes permitem que os alunos não se limitem a atitudes passivas, mas colaborem numa construção coletiva. Isso tem que ser valorizado, afirma.
Serviço:
O Facebook tem uma página (www.facebook.com/education) para mostrar e debater como os educadores podem usar a rede social com seus alunos. O mesmo tema é abordado na apostila Facebook for Educators, acessível em http://facebookforeducators.org. Ambos os conteúdos estão em inglês.
Fonte: Gazeta do Povo Online
As redes sociais têm chamado a atenção de um número cada vez maior de educadores. Eventos que discutem o uso do Facebook, Twitter, Orkut e outros meios no processo de ensino multiplicam-se pelo país, assim como sites e fóruns virtuais que tentam ajudar educadores que querem entender e usar os novos meios. Ainda assim, fazer com que alunos obtenham uma efetiva experiência de aprendizagem dessa forma é um desafio que exige habilidade e estratégia.
O difícil controle da turma em atividades com essas ferramentas afasta alguns profissionais dessa prática e frustra as tentativas de outros. Ao contrário da realidade em sala de aula, onde a presença do professor já impõe certa ordem, nas redes sociais é a colaboração voluntária que faz uma tarefa funcionar. Nesses ambientes, todos podem falar, criticar, visitar os perfis e compartilhar informações sem um mediador. Estar atento aos hábitos dos alunos e agir com criatividade é essencial para tirar o melhor dessas circunstâncias.
O álbum de fotos de Bilek está dividido em mapas, bandeiras e imagens de países que ele visitou.
É o que fez o professor de Geografia Jorge Bilek, do Colégio Positivo. Acostumado a lidar com novidades na internet e ciente de que seus alunos o encontrariam de qualquer forma no Facebook, ele incluiu em seu perfil várias possibilidades de aprendizado. A seção de fotos, por exemplo, é dividida em álbuns com bandeiras, imagens e mapas dos estados brasileiros e países por onde já passou. Assim, o aluno acaba conhecendo um pouco mais das culturas de que falam em sala de aula.
As fotos são sempre muito comentadas entre os alunos, mas é o álbum intitulado Aulas e Atividades o mais visitado. Eu tiro foto do que passo no quadro e depois posto lá no Facebook, explica Bilek. Assim, aqueles que optam por apenas ouvir a explicação, sem copiar [o que está no quadro], ou os que faltam à aula podem ter acesso àquilo que a turma viu em sala.
Outro perfil muito movimentado na rede é o da professora de Língua Portuguesa Rita Guimarães, de Franca (SP). Atuando no Facebook, no Twitter e no Orkut, ela usa as redes sociais para tudo, desde distribuição de tarefas até discussões sobre textos. Rita é uma defensora convicta do benefício das redes sociais na educação. A facilidade e a velocidade da informação são impressionantes. Conseguimos mobilizar muito mais gente e muito mais rápido, diz.
Construção coletiva
Entre os pesquisadores da área, há o consenso de que, para as redes sociais contribuírem de fato no aprendizado dos alunos, é essencial não tentar reproduzir nelas as mesmas práticas da sala de aula. Infelizmente, é comum usarem uma tecnologia nova de um jeito velho, diz o professor Luis Fernando Gomes, da Universidade de Sorocaba e presidente da Associação Brasileira de Estudos de Hipertexto e Tecnologia Educacional (Abehte).
Segundo Gomes, a relação em rede e o compartilhamento rápido são o que há de melhor nos novos meios para renovar as atividades em sala de aula. As redes permitem que os alunos não se limitem a atitudes passivas, mas colaborem numa construção coletiva. Isso tem que ser valorizado, afirma.
Serviço:
O Facebook tem uma página (www.facebook.com/education) para mostrar e debater como os educadores podem usar a rede social com seus alunos. O mesmo tema é abordado na apostila Facebook for Educators, acessível em http://facebookforeducators.org. Ambos os conteúdos estão em inglês.
Fonte: Gazeta do Povo Online
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Redes sociais e seleção de pessoal
Como os recrutadores usam as redes sociais para selecionar candidatos
Saiba quais são as redes sociais mais analisadas e como os gerentes de contratação analisam o seu perfil nelas para aprovar ou dispensar o seu currículo.
Ao longo dos últimos anos, é possível ver como as redes sociais estão sendo utilizadas no mercado de trabalho de uma série de maneiras contatos iniciais, pequenos negócios e até mesmo grandes corporações estão mergulhando cada vez mais fundo nessas plataformas para encontrar melhores talentos e candidatos a empregos.
Recentemente, mais de 300 profissionais de contratação foram entrevistados para determinar o quanto e como recrutadores estão fazendo a triagem de seus candidatos a emprego em diferentes redes sociais.
O que o estudo constatou foi que mais de 90% dos recrutadores e gerentes de contratação visitam o perfil dos candidatos como parte do processo de seleção.
Durante o processo de contratação, as redes mais acessadas pelos recrutadores são o Facebook, com quase 80%, o Twitter (53%) e o LinkedIn, com 48% das pesquisas. As buscas pelos perfis nas redes sociais são feitas especialmente depois de receber um currículo.
Além disso, cerca de 69% rejeita um candidato dependendo do conteúdo do seu perfil. Os principais motivos que levam um recrutador a fazer isso são mentiras sobre as qualificações profissionais (13%), seguidas de falta de habilidade em se comunicar, posts com conteúdo negativo sobre os empregadores antigos, comentários inapropriados e fotos inapropriadas, todos empatados com 11%.
Em compensação, 68% dos recrutadores que participaram do estudo afirmam contratarem candidatos com base no conteúdo visto nas redes sociais. O principal motivo para isso é a impressão positiva a respeito da personalidade e da boa organização.
Fonte: Portal Universia
Saiba quais são as redes sociais mais analisadas e como os gerentes de contratação analisam o seu perfil nelas para aprovar ou dispensar o seu currículo.
Ao longo dos últimos anos, é possível ver como as redes sociais estão sendo utilizadas no mercado de trabalho de uma série de maneiras contatos iniciais, pequenos negócios e até mesmo grandes corporações estão mergulhando cada vez mais fundo nessas plataformas para encontrar melhores talentos e candidatos a empregos.
Recentemente, mais de 300 profissionais de contratação foram entrevistados para determinar o quanto e como recrutadores estão fazendo a triagem de seus candidatos a emprego em diferentes redes sociais.
O que o estudo constatou foi que mais de 90% dos recrutadores e gerentes de contratação visitam o perfil dos candidatos como parte do processo de seleção.
Durante o processo de contratação, as redes mais acessadas pelos recrutadores são o Facebook, com quase 80%, o Twitter (53%) e o LinkedIn, com 48% das pesquisas. As buscas pelos perfis nas redes sociais são feitas especialmente depois de receber um currículo.
Além disso, cerca de 69% rejeita um candidato dependendo do conteúdo do seu perfil. Os principais motivos que levam um recrutador a fazer isso são mentiras sobre as qualificações profissionais (13%), seguidas de falta de habilidade em se comunicar, posts com conteúdo negativo sobre os empregadores antigos, comentários inapropriados e fotos inapropriadas, todos empatados com 11%.
Em compensação, 68% dos recrutadores que participaram do estudo afirmam contratarem candidatos com base no conteúdo visto nas redes sociais. O principal motivo para isso é a impressão positiva a respeito da personalidade e da boa organização.
Fonte: Portal Universia
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
A Internet como um desafio
Avançamos no desenvolvimento e no acesso à tecnologia da informação, mas não o suficiente para reduzir o fosso entre os dois "brasis" que se contrapõem nesse limiar do século 21.
Temos o moderno, conectado à era digital, universalizado, pleno de cidadania e competitivo nos negócios, em contraste com o Brasil profundo, arcaico e excluído, onde o acesso às conexões rápidas pela internet está restrito a menos de 6% dos domicílios.
Num país em franco desenvolvimento, a necessidade da banda larga se transformou numa grande demanda reprimida, um desafio ao poder público. Não é só a dimensão continental do país ou a falta de infraestrutura que conspiram contra.
A privatização e exploração restrita a poucos grupos econômicos criaram barreiras praticamente intransponíveis às classes de menor poder aquisitivo. No Brasil, esse serviço é um dos mais caros do mundo.
Para se ter uma ideia da enorme discrepância, basta comparar a situação do Brasil com a dos demais países. Aqui, uma conexão de um mega bite por segundo (MBps) custa, em média, R$ 40, o que limita a internet rápida a menos de 6% das casas.
No extremo do globo, no Japão, que tem a internet mais veloz, de 60 MBps, o serviço chega a 64% dos lares ao preço de R$ 0,50. Na Coreia do Sul, a preço similar, 97% dos domicílios têm acesso a velocidade de 46 MBps.
Os valores variam, mas em nenhum outro continente o patamar é tão alto como aqui. Na Suécia, onde a internet com velocidade média de 18 MBps chega a 69% dos domicílios, o valor de cada MBps é de R$ 1,30.
Nos EUA, com média de 4,8 MBps em 80% das casas, um MBps custa R$ 6. Como se vê, são valores infinitamente inferiores aos cobrados no Brasil.
O desafio é tornar a banda larga acessível a todas as classes. Um estudo do Banco Mundial aponta que nos países em que o acesso pelas conexões rápidas sobe 10%, o PIB cresce a uma taxa 1,3%, aumentando a renda, a qualidade de vida e melhorando o padrão de cidadania da população.
A internet é uma ferramenta indispensável para as classes sociais que estão deixando a pobreza ou subindo de padrão.
Países como a Itália e Finlândia , antecipando-se a uma tendência mundial, passaram a tratar o acesso à internet rápida como um direito fundamental. Como secretário de Ciência e Tecnologia do Rio, implantei um programa de banda larga gratuita, bancado pelo governo.
Atualmente, apenas na região da Baixada Fluminense, cerca de 4 milhões de pessoas têm internet rápida pelo sistema wi-fi e estão alcançando oportunidades que não imaginavam existir.
O Estado deve disponibilizar recursos para subsidiar um programa de inclusão em todo o território brasileiro, destinado às pessoas que não têm renda suficiente para adquirir a internet rápida.
Junto, devem entrar nos domicílios programas educacionais que disseminem o conhecimento, a qualificação profissional a distância, semipresencial, e que gerem oportunidades de negócio e acesso ao mercado de trabalho.
Esse é um dos caminhos para afastar o risco de um apagão de mão-de-obra.
Fonte: Jornal Brasil Econômico
Temos o moderno, conectado à era digital, universalizado, pleno de cidadania e competitivo nos negócios, em contraste com o Brasil profundo, arcaico e excluído, onde o acesso às conexões rápidas pela internet está restrito a menos de 6% dos domicílios.
Num país em franco desenvolvimento, a necessidade da banda larga se transformou numa grande demanda reprimida, um desafio ao poder público. Não é só a dimensão continental do país ou a falta de infraestrutura que conspiram contra.
A privatização e exploração restrita a poucos grupos econômicos criaram barreiras praticamente intransponíveis às classes de menor poder aquisitivo. No Brasil, esse serviço é um dos mais caros do mundo.
Para se ter uma ideia da enorme discrepância, basta comparar a situação do Brasil com a dos demais países. Aqui, uma conexão de um mega bite por segundo (MBps) custa, em média, R$ 40, o que limita a internet rápida a menos de 6% das casas.
No extremo do globo, no Japão, que tem a internet mais veloz, de 60 MBps, o serviço chega a 64% dos lares ao preço de R$ 0,50. Na Coreia do Sul, a preço similar, 97% dos domicílios têm acesso a velocidade de 46 MBps.
Os valores variam, mas em nenhum outro continente o patamar é tão alto como aqui. Na Suécia, onde a internet com velocidade média de 18 MBps chega a 69% dos domicílios, o valor de cada MBps é de R$ 1,30.
Nos EUA, com média de 4,8 MBps em 80% das casas, um MBps custa R$ 6. Como se vê, são valores infinitamente inferiores aos cobrados no Brasil.
O desafio é tornar a banda larga acessível a todas as classes. Um estudo do Banco Mundial aponta que nos países em que o acesso pelas conexões rápidas sobe 10%, o PIB cresce a uma taxa 1,3%, aumentando a renda, a qualidade de vida e melhorando o padrão de cidadania da população.
A internet é uma ferramenta indispensável para as classes sociais que estão deixando a pobreza ou subindo de padrão.
Países como a Itália e Finlândia , antecipando-se a uma tendência mundial, passaram a tratar o acesso à internet rápida como um direito fundamental. Como secretário de Ciência e Tecnologia do Rio, implantei um programa de banda larga gratuita, bancado pelo governo.
Atualmente, apenas na região da Baixada Fluminense, cerca de 4 milhões de pessoas têm internet rápida pelo sistema wi-fi e estão alcançando oportunidades que não imaginavam existir.
O Estado deve disponibilizar recursos para subsidiar um programa de inclusão em todo o território brasileiro, destinado às pessoas que não têm renda suficiente para adquirir a internet rápida.
Junto, devem entrar nos domicílios programas educacionais que disseminem o conhecimento, a qualificação profissional a distância, semipresencial, e que gerem oportunidades de negócio e acesso ao mercado de trabalho.
Esse é um dos caminhos para afastar o risco de um apagão de mão-de-obra.
Fonte: Jornal Brasil Econômico
domingo, 20 de junho de 2010
Interatividade é fundamental
Eleitor 3.0 exige interatividade
Andreia Santana
Os jovens da Geração Y são chamados pela advogada e especialista em Direito Digital, Patricia Peck Pinheiro de eleitores 3.0. "O eleitor 3.0 é aquele para quem a internet é o primeiro canal de informação, que quer sempre saber mais, que exige interatividade", conceitua.
Patricia Peck é co-autora, ao lado do também advogado Leandro Bissoli, do audiobook Eleições Digitais (Editora Saraiva), coletânea com duração de 80 minutos, que reúne as mudanças a partir da Lei Nº 12.034/2009 e orienta tanto candidatos quanto eleitores sobre o uso da internet nas campanhas deste ano.
A especialista alerta que comunicação eficiente na rede mundial de computadores tem de ser multidimensional, mas não pode ser massificada. "A comunicação na internet não é unilateral. O candidato não pode escrever apenas sobre si mesmo e usar o meio como acessório para expor a própria identidade e a da sua campanha. O público de internet quer manifestar opinião, discutir e colaborar", adverte.
Transpor as estratégias pensadas para outras mídias, como rádio e tv, também não funciona na rede. "A comunicação de massa é feita pelos outros meios, na internet, ela é setorizada e segmentada, tem muitos focos de acordo com os diversos perfis e interesses comuns dos usuários".
Como exemplo, ela cita a famosa campanha virtual de Barack Obama para a presidência dos Estados Unidos, em 2008. "Obama montou vários perfis no Facebook, um para cada grupo de eleitor que ele queria atingir".
A advogada adverte ainda contra atitudes antipáticas, como manter fechados os espaços de comentários em um blog ou enviar spams via email para os internautas. "O candidato que monta uma estratégia de campanha na internet precisa estar disposto a ouvir tanto quanto falar. A geração Y se sente dona da internet, esse usuário é muito crítico e utiliza a própria rede para reclamar. Daí estar atento inclusive para fazer denúncias de irregularidades".
Fonte: A Tarde on line - BA
Andreia Santana
Os jovens da Geração Y são chamados pela advogada e especialista em Direito Digital, Patricia Peck Pinheiro de eleitores 3.0. "O eleitor 3.0 é aquele para quem a internet é o primeiro canal de informação, que quer sempre saber mais, que exige interatividade", conceitua.
Patricia Peck é co-autora, ao lado do também advogado Leandro Bissoli, do audiobook Eleições Digitais (Editora Saraiva), coletânea com duração de 80 minutos, que reúne as mudanças a partir da Lei Nº 12.034/2009 e orienta tanto candidatos quanto eleitores sobre o uso da internet nas campanhas deste ano.
A especialista alerta que comunicação eficiente na rede mundial de computadores tem de ser multidimensional, mas não pode ser massificada. "A comunicação na internet não é unilateral. O candidato não pode escrever apenas sobre si mesmo e usar o meio como acessório para expor a própria identidade e a da sua campanha. O público de internet quer manifestar opinião, discutir e colaborar", adverte.
Transpor as estratégias pensadas para outras mídias, como rádio e tv, também não funciona na rede. "A comunicação de massa é feita pelos outros meios, na internet, ela é setorizada e segmentada, tem muitos focos de acordo com os diversos perfis e interesses comuns dos usuários".
Como exemplo, ela cita a famosa campanha virtual de Barack Obama para a presidência dos Estados Unidos, em 2008. "Obama montou vários perfis no Facebook, um para cada grupo de eleitor que ele queria atingir".
A advogada adverte ainda contra atitudes antipáticas, como manter fechados os espaços de comentários em um blog ou enviar spams via email para os internautas. "O candidato que monta uma estratégia de campanha na internet precisa estar disposto a ouvir tanto quanto falar. A geração Y se sente dona da internet, esse usuário é muito crítico e utiliza a própria rede para reclamar. Daí estar atento inclusive para fazer denúncias de irregularidades".
Fonte: A Tarde on line - BA
terça-feira, 15 de junho de 2010
Rebelião digital
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br em 14/06/2010
Talvez, nesse Brasil 2.0, a política, vista de tão longe pelos jovens, possa ficar muito mais próxima deles.
A ONU (Organização das Nações Unidas) decidiu disseminar mundialmente uma experiência desenvolvida por brasileiros, batizada de "Votenaweb". É uma daquelas soluções simples e baratas: uma plataforma na internet fornece didaticamente informações sobre os projetos em tramitação no Congresso, permitindo uma votação virtual, acessível a todos, com direito a debate. Dali se podia medir, por exemplo, o monumental apoio a iniciativas como a exigência de ficha limpa aos candidatos.
Lançado em novembro de 2009 pela Webcitizen, o projeto ganhou a adesão da ONU depois de ser apresentado em Washington, no mês passado, em uma conferência sobre como usar os meios digitais para facilitar o acesso a informações públicas -a Nasa, o Google e a IBM eram alguns dos expositores. Além de ser um modelo fácil de ser multiplicado, o "Votenaweb" é um jeito óbvio de entrar nas redes sociais e de tentar atrair os jovens para a política. Pode-se dizer que é quase um jogo interativo.
Nessa experiência, estamos vendo jovens que, seduzidos pela tecnologia da informação e distantes dos partidos políticos e dos clichês ideológicos, fazem uma rebelião digital contra a falta de transparência no uso dos recursos públicos. Será que estaria aí um Brasil 2.0?
Com mestrado em transparência pública e tecnologias, Daniela Bezerra da Silva ajudou a formar o grupo batizado de "Transparência HackDay". "Há uma enorme desproporção entre a capacidade dos governos de serem precisos quando cobram impostos e a de serem precisos quando prestam informações", diz ela.
O que se quer, em síntese, é ter acesso não só aos relatórios publicados na internet, a maioria deles desinteressantes e incompreensíveis, mas também aos dados primários. Estes são devidamente traduzidos e, depois, divulgados pela rede. É aí que entra a habilidade de navegação pelos computadores.
Desse grupo de rebeldes digitais nasceu uma investigação sobre a prestação de contas dos vereadores de São Paulo, apresentada sem detalhamento na página da Câmara Municipal. Descobriu-se com precisão como e quanto gasta cada um dos parlamentares.
As descobertas foram aproveitadas por outro movimento digital, batizado de "Adote um Vereador": um grupo de pessoas "adota" um vereador, que é acompanhado diariamente por uma página da internet conectada às redes sociais.
Entrou-se no banco de dados do Serviço de Atendimento ao Cidadão de São Paulo. Nessa base, são registradas as queixas da população, que, entretanto, não tem como acompanhar o encaminhamento dado a elas. Conseguiu-se montar um mapa das reclamações bairro a bairro -viu-se, aliás, que os ricos reclamam mais do que os pobres.
Para enfrentar esse problema, o projeto Urbanias recebe as reclamações dos moradores paulistanos, publica-as em um site e acompanha o processo nas repartições municipais. Assim, o cidadão consegue seguir, passo a passo, o trâmite da sua demanda.
O site "Cidade Democrática" desenvolve fóruns em inúmeras cidades brasileiras, em que se apresentam queixas e soluções para problemas locais. Estudantes da cidade de São Paulo mapearam os recursos existentes em torno de suas escolas e, com base nesses dados, montaram blogs. Os blogs foram para um portal único, que, batizado de "Palco Digital", vem convertendo as cidades em espaços de aprendizagem - o projeto agora é disseminado em todo o Brasil pelos ministérios da Educação e da Cultura.
Esses são apenas exemplos de como as novas tecnologias conseguem remodelar a relação dos cidadãos com o poder, a começar da esfera local. A rebelião digital não só integra um movimento mundial de transparência mas também fomenta o uso da tecnologia da informação para criar comunidades mais inteligentes.
Talvez, nesse Brasil 2.0, a política, com seus palácios e envelhecidas tribunas, vista de tão longe pelos jovens, possa ficar muito mais próxima deles -graças à disseminação das redes sociais, tão próximas como a tela do computador.
Você pode conhecer melhor essas e outras experiências no site http://www.webcidadania.org.br.
GILBERTO DIMENSTEIN
gdimen@uol.com.br
Talvez, nesse Brasil 2.0, a política, vista de tão longe pelos jovens, possa ficar muito mais próxima deles.
A ONU (Organização das Nações Unidas) decidiu disseminar mundialmente uma experiência desenvolvida por brasileiros, batizada de "Votenaweb". É uma daquelas soluções simples e baratas: uma plataforma na internet fornece didaticamente informações sobre os projetos em tramitação no Congresso, permitindo uma votação virtual, acessível a todos, com direito a debate. Dali se podia medir, por exemplo, o monumental apoio a iniciativas como a exigência de ficha limpa aos candidatos.
Lançado em novembro de 2009 pela Webcitizen, o projeto ganhou a adesão da ONU depois de ser apresentado em Washington, no mês passado, em uma conferência sobre como usar os meios digitais para facilitar o acesso a informações públicas -a Nasa, o Google e a IBM eram alguns dos expositores. Além de ser um modelo fácil de ser multiplicado, o "Votenaweb" é um jeito óbvio de entrar nas redes sociais e de tentar atrair os jovens para a política. Pode-se dizer que é quase um jogo interativo.
Nessa experiência, estamos vendo jovens que, seduzidos pela tecnologia da informação e distantes dos partidos políticos e dos clichês ideológicos, fazem uma rebelião digital contra a falta de transparência no uso dos recursos públicos. Será que estaria aí um Brasil 2.0?
Com mestrado em transparência pública e tecnologias, Daniela Bezerra da Silva ajudou a formar o grupo batizado de "Transparência HackDay". "Há uma enorme desproporção entre a capacidade dos governos de serem precisos quando cobram impostos e a de serem precisos quando prestam informações", diz ela.
O que se quer, em síntese, é ter acesso não só aos relatórios publicados na internet, a maioria deles desinteressantes e incompreensíveis, mas também aos dados primários. Estes são devidamente traduzidos e, depois, divulgados pela rede. É aí que entra a habilidade de navegação pelos computadores.
Desse grupo de rebeldes digitais nasceu uma investigação sobre a prestação de contas dos vereadores de São Paulo, apresentada sem detalhamento na página da Câmara Municipal. Descobriu-se com precisão como e quanto gasta cada um dos parlamentares.
As descobertas foram aproveitadas por outro movimento digital, batizado de "Adote um Vereador": um grupo de pessoas "adota" um vereador, que é acompanhado diariamente por uma página da internet conectada às redes sociais.
Entrou-se no banco de dados do Serviço de Atendimento ao Cidadão de São Paulo. Nessa base, são registradas as queixas da população, que, entretanto, não tem como acompanhar o encaminhamento dado a elas. Conseguiu-se montar um mapa das reclamações bairro a bairro -viu-se, aliás, que os ricos reclamam mais do que os pobres.
Para enfrentar esse problema, o projeto Urbanias recebe as reclamações dos moradores paulistanos, publica-as em um site e acompanha o processo nas repartições municipais. Assim, o cidadão consegue seguir, passo a passo, o trâmite da sua demanda.
O site "Cidade Democrática" desenvolve fóruns em inúmeras cidades brasileiras, em que se apresentam queixas e soluções para problemas locais. Estudantes da cidade de São Paulo mapearam os recursos existentes em torno de suas escolas e, com base nesses dados, montaram blogs. Os blogs foram para um portal único, que, batizado de "Palco Digital", vem convertendo as cidades em espaços de aprendizagem - o projeto agora é disseminado em todo o Brasil pelos ministérios da Educação e da Cultura.
Esses são apenas exemplos de como as novas tecnologias conseguem remodelar a relação dos cidadãos com o poder, a começar da esfera local. A rebelião digital não só integra um movimento mundial de transparência mas também fomenta o uso da tecnologia da informação para criar comunidades mais inteligentes.
Talvez, nesse Brasil 2.0, a política, com seus palácios e envelhecidas tribunas, vista de tão longe pelos jovens, possa ficar muito mais próxima deles -graças à disseminação das redes sociais, tão próximas como a tela do computador.
Você pode conhecer melhor essas e outras experiências no site http://www.webcidadania.org.br.
GILBERTO DIMENSTEIN
gdimen@uol.com.br
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