Veja 3 aspectos explorados pelos professores em aula que foram completamente adaptados e melhorados após a chegada da tecnologia na educação
As aulas passaram a ser muito mais participativas e colaborativas A tecnologia parece ter chegado na educação para ficar, e já é possível ver diversas mudanças na sala de aula: o comportamento de professores e alunos mudou, o modo de interagir, a forma de passar tarefas. Confira, além dessas, outras 3 atividades feitas em sala de aula que foram revolucionadas pela tecnologia: 1 - Pesquisas Talvez você esteja pensando que pesquisas são tarefas a serem feitas em casa. É justamente isso que mudou: antes os professores costumavam pedir pesquisas como tarefas de casa, mas hoje em dia isso não é mais necessário porque os alunos podem usar dispositivos móveis ou desktops da escola para fazerem pesquisas em grupo e na própria sala de aula. O leque de informações que se tem atualmente é muito mais amplo do que outrora, afinal milhares de livros e notícias estão a apenas um clique de distância. 2 - Participação Como o acesso à informação é facilitado pela internet, os alunos conhecem vários assuntos e conseguem colaborar com a aula opinando e mostrando o que viram online. As aulas passaram a ser muito mais participativas e colaborativas. 3 - Exercícios A forma de fazer exercícios mudou bastante: os alunos podem fazer atividades online em diversas plataformas de ensino. Além disso, essas atividades deixam rastros que, quando analisados, permitem que o professor compreenda as dificuldades de cada estudante e adapte suas aulas de forma a melhorar o aproveitamento do conteúdo. Isso é o que chamamos de big data e que é uma das tendências da educação para os próximos anos. |
| Fonte: Universia Brasil |
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
Tecnologia e Educação
Marcadores:
INTERNET,
Tecnologia Educacional
segunda-feira, 24 de março de 2014
O que todos os alunos de cursos online devem saber .
Conheça 4 coisas que todos os alunos de cursos online devem saber.
Eles devem saber priorizar os tópicos mais essenciais para a formação acadêmica. Ser professor de um curso online é um grande desafio para os educadores. Além de terem que aprender novas formas de lecionar e depender dos recursos tecnológicos para passar o conteúdo, os alunos também devem fazer a sua parte para que o curso seja aproveitado ao máximo. Por isso, veja 4 coisas que você deve ensinar aos seus alunos para que todos tenham uma boa experiência com os cursos online: 1 Interação Mais do que nas salas de aula, nos cursos online a interação é fundamental. Por conta dos cursos serem à distância, não é possível ver o rosto e as reações de cada pessoa, mesmo que haja uma webcam. Por isso, diga aos seus alunos que eles precisam interagir com você e com o conteúdo lecionado. Se eles não tiram dúvidas, não dizem as suas opiniões e nem iniciam debates, é difícil elaborar aulas melhores e digerir o que é ensinado. 2 Visibilidade Para que o professor consiga realizar o seu trabalho de maneira eficaz assim como na sala de aula, o aluno deve ser fácil de ser encontrado para dialogar. Por isso, peça para que todos os estudantes sempre coloquem em seus perfis os seus contatos. É imprescindível que exista mais de uma possibilidade de contato para que o professor possa falar com ele o mais rápido possível. 3 Prioridades Na sala de aula, é muito fácil mostrar aos alunos quais são os conteúdos que eles devem priorizar na hora de estudar. Porém, em cursos online, essa distinção não é tão simples. Por isso, sempre lembre aos seus alunos que existem assuntos que não são tão importantes e outros que são mais relevantes. Eles devem saber priorizar os tópicos mais essenciais para a formação acadêmica e focar neles durante o estudo. 4 Autonomia Geralmente, alunos de cursos online optam por esse tipo de formação porque já são mais velhos, trabalham e possuem outros compromissos. Por isso, lembre-se que você não está lidando com crianças, e sim pessoas já crescidas. Dê autonomia para que eles façam os trabalhos da maneira que mais os agradarem e não seja muito rígido. Porém, avise-os que, com a autonomia, as responsabilidades crescem, por isso, eles devem ficar mais atentos à qualidade dos projetos e lições que eles entregam. |
| Fonte: Universia Brasil |
sábado, 22 de março de 2014
A evolução dos cursos online nos próximos anos.
quinta-feira, 13 de março de 2014
Relação Educação e Sociedade
Compartilhando uma atividade educacional...
Tema: Relação Educação e Sociedade.
·
Nível: Superior – licenciaturas – disciplina:
Didática;
·
Objetivos:
- Escolher textos virtuais relacionados ao
tema e postá-los em uma rede social;
- Defender e justificar uma opinião sobre o
tema;
- Ler artigos
científicos que tratem da análise do tema proposto.
·
Ferramentas:
-
Internet;
-
Facebook;
-
Twitter.
·
Metodologia:
- leitura e análise coletiva;
- pesquisa na internet;
- postagem de texto em rede social;
- escrita de justificativa para postagem.
·
Avaliação:
- A avaliação será qualitativa e
quantitativa durante todo o processo, por meio da observação do interesse e da
participação dos alunos nas atividades. Em relação às atividades de postagem de
um texto no "Facebook" e no “Twitter” - que represente a opinião
do aluno quanto ao tema, o professor avaliará a tese e a justificativa que a
sustenta.
·
Cronograma:
A duração desta atividade educacional
será de um mês.
Na primeira semana serão
desenvolvidas pesquisas de materiais da Internet relacionados ao tema.
Na segunda semana os alunos farão a
análise de artigos científicos encontrados e considerados relevantes sobre o
tema.
Na terceira semana farão as postagens
relacionadas ao assunto a partir do material pesquisado e analisado e
compartilharão no Facebook.
Na quarta semana farão postagens no
Twitter com opiniões sobre as atividades compartilhadas.
·
Material de apoio:
Notícia:
CASTRO, D. Redes sociais podem ser uma ferramenta no processo de
auxílio. Disponível em: http://www.ebc.com.br/tecnologia/2013/02/redes-sociais-podem-ser-ferramentas-de-auxilio-no-processo-de-ensino Acesso em 18 ago. 2013.
Entrevista com João Mattar.
O uso das redes sociais na educação. Disponível em: http://www.educacaoetecnologia.org.br/?p=5487 Acesso em 18 ago. 2013.
Aulas do Portal
Juventude virtual: os jovens e as redes sociais no Brasil. Disponível
em: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=39898 Acesso em 18 ago. 2013.
Fórum:
Uso de redes sociais na escola: criando Redes de Aprendência Web 2.0
& Transdisciplinaridade. Disponível em: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/ListarMensagensForum.html?idTopico=122 Acesso em 18 ago. 2013.
·
Referências bibliográficas:
Artigos:
MURTA, C.; BRAGA, J. Facebook: uma experiência no ensino e aprendizagem
de Literatura. Disponível em: http://www.pimpampum.net/bookr/index.php?id=48161 Acesso em 18 ago. 2013.
SOUZA, A.A.N.; SCHNEIDER, H. N. Aprendizagem nas redes sociais:
colaboração online na prática de ensino presencial. Disponível em: http://sistemas3.sead.ufscar.br/ojs/Trabalhos/43-870-1-ED.pdf Acesso em 18 ago. 2013.
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
| Sites para fazer cursos online |
Manter-se atualizado e buscar expandir as possibilidades do conhecimento são caracterísicas necessárias na composição do profissional contemporâneo, seja qual for sua área de atuação. Quanto mais capacitado um indivíduo estiver, tanto na teoria como na prática, maiores serão suas chances de inserção e estabilidade no mercado de trabalho, que caracteriza-se atualmente pela alta competitividade entre os candidatos e a seleção rigorosa das empregadoras que buscam os melhores profissionais para integrarem suas respectivas equipes de colaboradores.
E você sabe como é possível valorizar o seu currículo e adquirir novas habilidades e conhecimentos sem sair de casa ? Acompanhe nossas dicas e saiba como realizar cursos de diversos segmentos e classificações na internet SEBRAE Os cursos oferecidos no site do SEBRAE estão entre os mais indicados por educadores e alunos que obtiveram qualificação profissional por meio das aulas e conteúdos textuais disponíveis gratuitamente no portal EaD SEBRAE, com o grande diferencial de oferecer cursos focados na realidade do mercado de trabalho com suas múltiplas oportunidades, exigências e desafios. Visite o site de cursos online do SEBRAE e escolha o que deseja estudar através do link:http://www.ead.sebrae.com.br/lista-de-cursos/ FGV A Fundação Getúlio Vargas está entre as instituições de ensino de maior prestígio do país, sendo também uma das pioneiras, ao disponibilizar o aprendizado via internet para milhares de pessoas de forma gratuita e ilimitada. São cursos de atualização, especialização, aperfeiçoamento e graduação, todos autorizados pelo MEC. Para ter acesso à lista de cursos e se inscrever, acesse o site EaD da Fundação Getúlio Vargas:http://www5.fgv.br/fgvonline/Cursos/ Unieducar No site da Unieducar Universidade Corporativa são oferecidos cursos das mais distintas áreas de atuação com vista na demanda de serviços identificada no mercado de trabalho. O aluno não precisa ir até o colégio para se capacitar e garantir o seu certificado, basta acessar o site, realizar seu cadastro e escolher o curso que deseja qualificação, sendo que além dos cursos especializados e de nível superior, estão disponíveis conteúdos totalmente gratuitos para o amplo aprendizado e aprimoramento dos estudantes. Acesse e confira: https://unieducar.org.br/ Senai O Senai está na lista das instituições de ensino mais prestigiadas do país graças ao método empregado no desenvolvimento de cursos que realmente possam formar os profissionais que o atual mercado de trabalho necessita. O ensino a distância é oferecido livremente, bastando aos interessados que acessem o site, realizem a matrícula e escolham o curso que desejam. Veja as opções através do link: http://www.senai.br/ead/transversais/ Portal Educação Estude 100% online e 100% gratuito quando e onde desejar. Se você busca por cursos de idiomas, preparatórios para concursos públicos, cursos organizacionais e profissionalizantes,: registre-se no site e seja mais um estudante do Portal Educação, realizando quantos cursos desejar. Para conhecer o site e saber quais os cursos são oferecidos, acessehttp://www.portaleducacao.com.br/cursos-online e tire suas dúvidas. Ao concluir qualquer curso nos sites aqui listados você terá direito a um certificado que registrará sua aprovação e a carga horária, conforme as exigências de cada modalidade. |
| Fonte: Guia da Semana - São Paulo |
domingo, 17 de novembro de 2013
Tecnologia Educacional 100 inovações digitais que levam a um mundo melhor Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:10 hs. 13/11/2013 - De plataformas adaptativas e Moocs até ensino de programação para crianças e aplicativos de matemática. Lista inédita organizada por especialistas em tecnologia da BBC, do Financial Times e da Universidade de Oxford traz as 100 inovações digitais mais inspiradoras do mundo. São iniciativas capazes de democratizar o acesso a serviços de várias áreas, inclusive educação. Entre elas estão as já renomadas Khan Academy, Coursera, Scratch. Mas nessa lista de peso aparecem iniciativas que atuam no Brasil, como CDI (Comitê para a Democratização da Informática), Catraca Livre e Fora do Eixo. Divulgada no último final de semana, em Londres, a lista é dividida em 8 grandes temas: inclusão social, acesso ao conhecimento, empoderamento cívico, meio ambiente e sustentabilidade, saúde, engajamento comunitário, educação e empoderamento econômico. Para chegar aos 100 nomes finais, os especialistas analisaram mais de 400 iniciativas pré-selecionadas. Todas as iniciativas podem ser conferidas pelo site socialtech.org.uk. As 100 são apresentadas já na página inicial, mas é possível conferir a divisão das iniciativas por categorias. Algumas delas estão em mais de uma. O Catraca Livre, por exemplo, aparece em três categorias: empoderamento cívico, engajamento comunitário e educação. O CDI, que é uma rede latino-americana voltada para a inclusão digital com forte atuação no Brasil, está tanto em inclusão digital quanto em educação. É possível obter mais detalhes sobre as iniciativas clicando nelas. Entre as de educação, várias já passaram por aqui, como os já citados Khan Academy, Coursera e Scratch. Além deles, também marcam presença na lista a Knewton, considerada maior plataforma adaptativa do mundo, e a Historypin, que tenta criar um mural gigante para contar a história da humanidade. Entre as novidades estão o Dr. Math, aplicativo para o aprendizado de matemática, e a Equal Opportunity Schools, iniciativa que faz parcerias com universidades para ajudar alunos de baixa renda a ter sucesso na carreira. A outra brasileira mencionada na lista é a rede de coletivos Fora do Eixo, que atua na área de cultura. Junto dela estão ainda a irlandesa Brige 21, que ajuda as escolas a colocar as inovações tecnológicas em prática por meio de workshops e trabalhos voluntários, e a BookShare, que disponibiliza, para download gratuito, mais de 125 mil livros para pessoas com deficiência visual. Em nota, o Financial Times disse que os principais critérios de escolha dessas tecnologias foram, além da inovação do software e o avanço da programação, também a capacidade que elas têm para ajudar na solução de grandes problemas sociais. E é por conta disso que também fizeram parte da lista a plataforma de crowdfunding KickStarter, a Patients Like Me, espaço em que pessoas com doenças podem compartilhar suas experiências e dúvidas durante o tratamento, e a Mosaic, que conecta investidores e pessoas que buscam recursos para executar seus projetos na área de sustentabilidade. por Vinícius Bopprê Fonte: porvir.org
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Dicas para professores utilizarem o Facebook
Se você faz parte do corpo docente de uma instituição de ensino e gostaria de usar redes sociais em suas aulas, confira 4 dicas para professores utilizarem o Facebook
Uma das maneiras de interagir com seus alunos sem precisar adicioná-los ao seu perfil é criar uma página no Facebook Com tantas inovações tecnológicas, conseguir implementá-las ao dia-a-dia é essencial para se manter atualizado. Se você é um professor, também existem maneiras de tornar isso possível. Interagir com seus alunos por redes sociais pode ser uma ótima alternativa de acompanhar o desenvolvimento no aprendizado deles e manter contato quando necessário. 1. Mantenha seu perfil profissional Seu Facebook deve mostrar o seu trabalho, já que você pretende se conectar com alunos, com colegas de trabalho e também com as instituições de ensino nas quais poderia trabalhar. Por isso, é importante que você mantenha sua página com uma imagem profissional para que assim não seja necessário se preocupar com o que é apropriado compartilhar ou não. 2. Crie uma página Uma das maneiras de interagir com seus alunos sem precisar adicioná-los ao seu perfil é criar uma página. Com isso, você pode atualizar os estudantes e até os pais deles sobre o que tem ocorrido na sala de aula, datas de entrega para projetos etc. Como páginas no Facebook são públicas e todos podem ter acesso ao conteúdo, você também pode compartilhar conteúdo que seria interessante para mais pessoas e então divulgar seu trabalho. 3. Crie um grupo Se você prefere apenas interagir com seus alunos de maneira privada, criar um grupo é uma boa alternativa. Isso também possibilitará que todos compartilhem ideias, trabalhos, datas, lembretes etc. 4. Dê orientações Mesmo que as redes sociais sejam ferramentas com as quais os estudantes normalmente estão acostumados, é necessário que você implemente algumas regras a seus alunos para que eles interajam de maneira correta. |
| Fonte: Universia Brasil |
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
Maneiras efetivas de usar o Google Drive para a educação.
Quer aliar o uso da tecnologia com seus métodos de ensino para ampliar a qualidade das suas aulas? Confira 12 maneiras de utilizar o Google Drive para fazer isso de maneira eficiente.
Utilize o Google Calendar como ferramenta de organização para os seus alunos. Faça agendamentos de tarefas, seminários e provas e lembre-os com avisos enviados pelo próprio sistema. Embora não sejam exclusivamente voltadas para este fim, as ferramentas do Google podem representar um ótimo papel na educação. Basta que elas sejam utilizadas da maneira correta. Se você tem interesse em aliar tecnologia e aprendizado para atrair o interesse dos estudantes, veja como fazer isso usando o Google Drive: 12 maneiras efetivas de usar o Google Drive para a educação: 1. Questionários de autoclassificação Faça com que seus estudantes preencham questionários a respeito do desempenho pessoal e das aulas. Isso gera feedbacks rápidos e permite que você organize o planejamento de aulas de acordo com a necessidade de cada turma. 12 maneiras efetivas de usar o Google Drive para a educação: 2. Templates O Google já oferece modelos de formulários prontos, de modo que seus estudantes possam reproduzi-los em diversas situações. A vantagem é que eles têm um modelo em que se inspirar quando as atividades exigirem formulários mais detalhados. 12 maneiras efetivas de usar o Google Drive para a educação: 3. Workshop de escrita Crie um workshop de escrita baseado no modelo de colaboração. Com o Google Docs os estudantes poderão editar textos uns dos outros e, ao fim da atividade, você poderá adicionar comentários. 12 maneiras efetivas de usar o Google Drive para a educação: 4. Aprendizagem baseada em projetos Utilizar projetos para incentivar a aprendizagem faz com que os padrões sejam mais flexíveis. Além disso, o processo facilita as experiências de aprendizado dirigidas pelos próprios alunos, o que aumenta sua autonomia e segurança dentro da sala de aula. 12 maneiras efetivas de usar o Google Drive para a educação: 5. Rastreamento de tarefas Permite que você organize automaticamente as tarefas atribuídas aos seus estudantes e elimina a necessidade de contato via e-mail ou redes sociais. 12 maneiras efetivas de usar o Google Drive para a educação: 6. Organização Utilize o Google Calendar como ferramenta de organização para os seus alunos. Faça agendamentos de tarefas, seminários e provas e lembre-os com avisos enviados pelo próprio sistema. 12 maneiras efetivas de usar o Google Drive para a educação: 7. Notas digitais Recolher fontes digitais vai fazer com que os alunos criem o hábito de buscar informações confiáveis ao desenvolver trabalhos. Criar um banco de fontes é uma boa estratégia. Além disso, você pode utilizar os comentários para fazer observações em determinados pontos e integrar as ferramentas de escrita. 12 maneiras efetivas de usar o Google Drive para a educação: 8. Mapas mentais Utilizando as ferramentas do Google Drive você pode incentivar seus estudantes a realizarem brainstorms colaborativos, além de permitir a visualização de ideias e o planejamento de projetos. 12 maneiras efetivas de usar o Google Drive para a educação: 9. Aprendizagem orientada Crie e publique documentos simples com links para fontes e vídeos ou tutoriais que ajudem seus estudantes durante o desenvolvimento de projetos. 12 maneiras efetivas de usar o Google Drive para a educação: 10. Multimídia Para que o conteúdo das suas aulas seja mais interessante para os alunos, uma boa ideia é aproveitar recursos multimídia. Com o Google Drive você pode incluir textos em seus documentos, desenhar nos slides, oferecer links de imagens e incluir textos flutuantes dentro da apresentação. 12 maneiras efetivas de usar o Google Drive para a educação: 11. Construção de vocabulário Use ferramentas de vocabulários como vídeos, imagens e até mesmo dicionários. Uma boa ideia para aproveitar os recursos é criar jogos de perguntas para que seus estudantes revisem as novas palavras aprendidas. 12 maneiras efetivas de usar o Google Drive para a educação: 12. Aprendizagem visual Crie conteúdo visual e colorido para que seus estudantes desenvolvam técnicas de memorização se baseando nelas. |
| Fonte: Universia Brasil |
domingo, 15 de setembro de 2013
Rede de aprendizagem estimula o consumo consciente
Mesmo estando mais presente na agenda de discussões da sociedade, a sustentabilidade é um tema que as pessoas já entenderam, mas ainda não incorporam completamente ao seu dia a dia. Isso é o que afirma o Instituto Akatu, ONG que está por trás da Edukatu, uma rede de aprendizagem virtual que busca, por meio de atividades educacionais lúdicas e interdisciplinares, estimular práticas de sustentabilidade e o consumo consciente no país entre estudantes de 6 a 14 anos. Considerada a primeira do gênero, a comunidade virtual entrou no ar na quarta-feira (11) e já pode ser acessada gratuitamente por professores e alunos de todo o país.
Tendo como um dos principais objetivos incentivar a troca de conhecimentos e práticas entre os professores e alunos sobre os temas sócio-ambientais, a Edukatu permite que os docentes possam montar projetos e, assim, trabalhar de forma interativa com os seus alunos as temáticas da sustentabilidade e do consumo consciente. É preciso apenas alguns minutos para criar um perfil o de professor ou o de aluno e usufruir das funcionalidades da plataforma. Nossa proposta maior é a inclusão do consumo consciente dentro da educação formal, como tema transversal que pode ser trabalhado em diversas disciplinas do currículo em todas as escolas, diz a gerente de educação do Akatu, Silvia Sá. Dessa forma, assuntos como planejamento financeiro, ciclo da água, coleta seletiva ou impactos do homem no meio ambiente podem ser trabalhados de forma complementar ao aprendizado em sala de aula por meio do ambiente virtual da Edukatu. Para tanto, foi criada uma seção especial para que o professor crie seu projeto de aula, de curso ou atividade extra. Trata-se do seção intitulada Circuito, um espaço de navegação guiada, onde os alunos aprendem sobre os temas selecionados pelo professor por meio de quizzes, vídeos e jogos educativos, sempre dentro da lógica de fases e de desafios a serem cumpridos até o fim do percurso do circuito montado. Todas as atividades são divididas por nível de ensino ao qual pertencem os estudantes. A ideia é não ter um aprendizado unidirecional. Práticas conscientes não podem ser impostas. Por isso, o projeto conta com uma plataforma totalmente interativa, afirma o diretor-presidente do Akatu, Helio Mattar. E para que a experiência proposta nas atividades montadas pelos professores sempre a partir das ferramentas disponibilizadas pela plataforma , a Edukatu ainda possui outros espaços de interlocução. Na aba Na Mochila, os participantes podem consultar notícias sobre educação para a sustentabilidade, planos de aulas envolvendo os 4Rs as práticas de repensar, reduzir, reutilizar e reciclar e analisar outros projetos que já foram incluídos pela plataforma por outros professores espalhados por todo o Brasil. E como outros ambientes de aprendizado, a exemplo do popular EdModo, a Edukatu tem no Rede um mural eletrônico onde professores e alunos podem fazer contato e compartilhar experiências. Se surgir dúvida, quando requisitado, mediadores do Akatu entrarão na conversa para esclarecer qualquer ponto ou questionamentos sobre a melhor forma de navegação pelo ambiente virtual. É possível também pela página inicial da aba Rede, checar o estágio de evolução dos circuitos que o usuário participa. Há ainda um espaço para checar quantas medalhas já foram garantidas pelos alunos depois que eles conseguem concluir as atividades propostas pelo professor. Desenvolvido por meio de um processo colaborativo que envolveu especialistas em educação, em consumo consciente, sustentabilidade e cultura digital, antes do lançamento realizado hoje, a Edukatu teve que passar por uma série de testes. Durante a fase piloto feita no primeiro semestre deste ano, a ferramenta pode ser aperfeiçoada depois que 400 alunos e professores de 16 escolas públicas de todas as regiões do Brasil testaram a ferramenta. A partir do lançamento, a ideia é que mais objetos digitais de aprendizagem, especialmente os jogos, sejam adicionados às atividades que podem ser criadas no ambiente virtual. |
| Fonte: PORVIR |
sábado, 17 de agosto de 2013
Congresso Internacional ABED de Educação a Distância
O 19° Congresso internacional ABED de Educação a Distância acontece de 9 a 12 de setembro de 2013, no Centro de Convenções da Bahia, na cidade de Salvador, com o tema "Bons profissionais fazem bons programas de EaD: como estamos?". Os Congressos da ABED (ABED - Associação Brasileira de Educação a Distância) estabeleceram uma tradição na discussão dos aspectos relacionados à educação aberta, flexível e a distância no Brasil. Com uma programação extensa, certamente, o 19° CIAED despertará na comunidade brasileira de EaD um maior interesse na busca de educação aberta, flexível e a distância de qualidade. Serão realizadas palestras, apresentações de trabalhos científicos, relatos de experiências, mesas redondas e outras formas de troca de conhecimentos e experiências que promovam o avanço em nosso campo de trabalho e estudo. As inscrições online foram prorrogadas até 25 de agosto de 2013. Todos os participantes receberão 1 exemplar do CensoEAD.BR 2012/2013, publicação da ABED e 1 exemplar do livro Gestão de EAD: educação a distância na era digital, de autoria de Robson Santos Silva. Acompanhe as atualizações da programação de mini cursos pelo site: http://www.abed.org.br/congresso2013/files/minicursos.html Serviço 19° CONGRESSO INTERNACIONAL ABED DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Data: 9 a 12 de setembro de 2013 Local: CENTRO DE CONVENÇÕES DA BAHIA Associação Brasileira de Educação a Distância - ABED Telefones: (11) 3275-3561 http://www.abed.org.br/congresso2013 |
| Fonte: Portal Unesp - NOTÍCIAS |
sábado, 8 de junho de 2013
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Universidade Aberta do Brasil reabre inscriçõesSão 1.410 vagas para oito cursos
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A
Universidade de Brasília (UnB) deu uma nova chance para quem não se
inscreveu no vestibular para os cursos de licenciatura a distância da
Universidade Aberta do Brasil (UAB). As 1.410 oportunidades são para os
cursos de artes visuais (200 vagas), educação física (200 vagas),
geografia (135 vagas), letras português (200 vagas), música (125
vagas), pedagogia (270 vagas), biologia (100 vagas), e teatro (180
vagas), sendo 116 vagas reservadas para o sistema de cotas para escolas
públicas. O novo prazo de inscrições começa nesta sexta-feira (7/6) e
segue até 21 de junho. Devido a mudança, o cronograma também foi
readaptado: as provas objetivas e de redação devem ocorrer em 11 de
agosto.
Para participar do processo seletivo, os interessados devem comprovar a conclusão do ensino médio ou curso equivalente. A inscrição pode ser efetuada via internet, mediante o pagamento de R$ 100 . Cada candidato deverá selecionar um polo/município como apoio para as atividades presenciais obrigatórias de alguns cursos. Ño total, são 21 cidades de apoio presencial da UAB/UnB localizadas em nove estados diferentes. A seleção será feita a partir de prova objetiva e redação, além de uma avaliação de experiência profissional com fins de bonificação. A prova de habilidades específicas também é neessária para os cursos de música, teatro e artes visuais, que também exige apresentação de portfólio. Mais informações na Central de Atendimento do Cespe/UnB, de segunda a sexta, das 8h às 19h no câmpus Darcy Ribeiro ou pelo telefone (61) 3448-0100. |
| Fonte: Correio Braziliense / DF |
terça-feira, 16 de abril de 2013
Desenvolvendo cruzadinhas
Acesse o link e descubra como se pode criar cruzadinhas na Internet.
https://www.dropbox.com/s/c1gspxjtxk0jiry/jcrosshtml.htm
https://www.dropbox.com/s/c1gspxjtxk0jiry/jcrosshtml.htm
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Criando Cruzadinhas na Internet
Acesse o link e descubra como podemos criar atividades para os alunos e publicar na Internet.
https://www.dropbox.com/sh/uedshrt5l8svlgq/3DvHYj6cUZ
Utilizando cruzadinhas com o Jcross
Acesse o link abaixo e descubra uma das utilizações do Hot Potatoes, que facilita a criação de exercícios para os alunos e podem ser disponibilizados na Internet.
https://www.dropbox.com/s/r2wkpsfaho9ltd4/crosshtmlzip.zip
https://www.dropbox.com/s/r2wkpsfaho9ltd4/crosshtmlzip.zip
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
domingo, 18 de novembro de 2012
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Redes acadêmicas brasileiras se preparam para a internet do futuro
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No primeiro semestre de 2013, algumas universidades e
instituições de pesquisa do Estado de São Paulo começarão a se conectar a
uma rede experimental na qual serão testadas aplicações de novas
tecnologias que poderão definir a internet do futuro.
Em âmbito nacional, outras dez instituições brasileiras, incluindo três do Estado de São Paulo Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CpQD) , também serão integradas a outra rede experimental que começará a ser criada no início de 2013 com o mesmo objetivo da rede paulista. As duas redes experimentais acadêmicas brasileiras se somarão a algumas outras estabelecidas nos últimos anos em outros países com o objetivo de preparar universidades e instituições de pesquisa a uma mudança de paradigma na tecnologia de internet, prevista para ocorrer já nos próximos anos. Baseada atualmente na troca (chaveamento) de pacotes de dados, a tecnologia da internet deverá migrar para o chaveamento de fluxos conjuntos de pacotes de dados que têm alguma característica em comum. Em função dessa mudança, as redes deixarão de ser definidas pelos equipamentos de rede (como os switches e roteadores) e pelos softwares contidos neles, como ocorre hoje, e passarão a ser gerenciadas por aplicativos externos que determinarão o comportamento dos fluxos de dados. Em 2008, um grupo de pesquisadores de redes das universidades Stanford e da Califórnia em Berkeley, ambas nos Estados Unidos, publicou um artigo descrevendo a implementação de um novo protocolo para gerenciamento de tráfego. Chamada OpenFlow, a tecnologia abriu as portas para que as redes definidas por software se tornem realidade. O protocolo permite transferir o controle do tráfego de dados em uma rede, antes realizado por switches e roteadores, para servidores externos. Com isso, se abriu a possibilidade de se desenvolver softwares de controle de tráfego de redes, com código aberto e executados por esses servidores, conforme começaram a fazer algumas startups criadas por pesquisadores da própria Universidade de Stanford e por outras instituições de pesquisa em todo o mundo. Além disso, muitas empresas de tecnologia de computação começaram a fabricar e a disponibilizar switches e roteadores com OpenFlow para serem testados inicialmente em redes experimentais, dado que seria impossível interromper a word wide web para avaliar a nova tecnologia. A internet é uma commodity fundamental na vida das pessoas, e não se pode parar o funcionamento dela para experimentar coisas novas. Por isso, estão sendo desenvolvidos projetos de redes experimentais para suportar a internet do futuro, disse Cesar Marcondes, professor do Departamento de Computação da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), à Agência FAPESP. De acordo com Marcondes, algumas empresas de tecnologia, como o Google, já desenvolveram códigos e estão operando suas redes de data centers com OpenFlow. Atentas a esse movimento, universidades e instituições de pesquisa nos Estados Unidos e na Europa, que foram o berço da internet, também já montaram redes nacionais para possibilitar que seus pesquisadores possam fazer experimentos com a tecnologia OpenFlow. Seguindo o mesmo caminho, a Rede Acadêmica do Estado de São Paulo (ANSP), financiada pela FAPESP, também pretende começar a realizar no primeiro semestre de 2013 um teste inicial de implementação de OpenFlow em uma rede experimental. O teste na rede experimental paulista terá a participação de algumas das mais de 50 universidades e instituições de pesquisa filiadas à ANSP. Entre elas estão a USP, a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a Universidade Estadual Paulista (Unesp), a UFSCar e o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). Já em escala nacional, a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) que interconecta as universidades e instituições de pesquisa brasileiras e provê o acesso internacional à internet também coordena a criação de uma rede experimental em parceria com a União Europeia para realização de experimentos de novas aplicações baseadas em OpenFlow. Denominado Fibre, o projeto é realizado com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do 7th Framework Programme (FP7) da União Europeia. As universidades e instituições de pesquisa brasileiras têm que se preparar agora, porque não se sabe quando ocorrerá essa transição de paradigma na tecnologia da internet e quanto antes elas estiverem preparadas será melhor, disse Luis Fernandez Lopez, coordenador geral da ANSP. Seria terrível se os sistemas de tecnologia da informação criados nas universidades e instituições de pesquisa do país para dar suporte aos seus processos educacionais e de pesquisa parassem em um determinado momento porque não acompanharam a evolução das pesquisas em TI, avaliou Lopez. Inovações nas redes acadêmicas Segundo especialistas na área, as redes experimentais brasileiras possibilitarão aos pesquisadores em rede do país desenvolver e testar diversas soluções locais baseadas em OpenFlow que, eventualmente, poderão ser implementadas nas redes acadêmicas para suportar tanto o atual tráfego legado de dados entre elas como também novas funcionalidades. Como se terá acesso à interface de programação dos switches com protocolo OpenFlow que compõem as redes experimentais, é possível desenvolver e implantar diversas soluções no servidor que os controla. Entre elas estão inovações voltadas para racionalizar a utilização das redes, tornando-as mais seguras e menos sujeitas a falhas. Hoje, normalmente as redes utilizam os mesmos roteadores que são equipamentos sofisticados e caros, que funcionam como servidores tanto nos pontos por onde passa muito tráfego como naqueles onde o tráfego é muito pequeno. Por outro lado, o OpenFlow permite usar nos pontos de pouco tráfego switches mais simples, que consomem menos energia e com as mesmas funcionalidades dos outros dispositivos por serem controlados por um mesmo servidor externo. Além disso, soluções de computação em nuvem caracterizadas pelo compartilhamento, por meio da rede, de computadores e servidores instalados em um data center , cujo gerenciamento é muito difícil e complicado com a tecnologia utilizada hoje, poderiam ser gerenciadas por múltiplos usuários, de maneira bem mais simples, usando OpenFlow. O OpenFlow abre a possibilidade de se programar uma rede, em vez de apenas configurá-la, que é o que só se consegue fazer hoje. Em função disso, deverá surgir uma série de empresas que desenvolvem software para redes, a exemplo do que já está ocorrendo nos Estados Unidos, estimou Marcondes, que participa do projeto Fibre. Mais oportunidades para os pesquisadores brasileiros Na avaliação de Marcondes e outros especialistas, a comunidade científica brasileira tem muito mais condições de participar ativamente e desempenhar um papel mais relevante nessa mudança de paradigma da tecnologia da internet para redes baseadas em software do que quando entrou em cena a web, a versão moderna da internet. Quando a internet começou a se popularizar no Brasil, na década de 1990, sua tecnologia era baseada no desenvolvimento de equipamentos que permitem fazer chaveamento de pacotes de dados, como os switches e roteadores que exigem grandes investimentos e o envolvimento de muitas pessoas. O desenvolvimento de software demanda menos recursos e menor número de profissionais. É muito mais fácil interferir em uma indústria de software que depende, basicamente, de boas ideias trazidas por bons pesquisadores do que na indústria de hardware, comparou Lopez. Temos uma oportunidade de ouro com as redes definidas por software. Ao contrário de 1990, quando não havia pesquisa em hardware nas universidades brasileiras e indústrias preparadas para desenvolver esses equipamentos, hoje temos boa pesquisa na área de software e boa ciência e engenharia de computação, avaliou. Para estimular os pesquisadores da área a aproveitar as oportunidades e se preparar para as mudanças que deverão ser apresentadas pela Internet do futuro, a ANSP começou a realizar nos últimos dois anos uma série de ações. No início de 2012, a ANSP começou a realizar encontros semestrais com os profissionais da área de TI de suas universidades e instituições de pesquisa filiadas. No último encontro, realizado no fim de outubro e início de novembro no Instituto de Física Teórica da Unesp, em São Paulo, a ANSP realizou um curso de introdução ao OpenFlow, ministrado por Marcondes, e um workshop sobre políticas de roteamento. Se existe a perspectiva de que a internet deve caminhar na direção de redes definidas por software e estamos convencidos de que irá , é necessário que as universidades e instituições de pesquisa estejam prontas para fazer essa transição a partir de agora, disse Lopez. |
| Fonte: Portal Agência Fapesp |
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5 melhores sites para aprender idiomas online
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Se você
está sem dinheiro para um curso tradicional de idiomas ou deseja
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| Fonte: Portal Universia |
sábado, 10 de novembro de 2012
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5 dicas para quem pensa em fazer um curso a distância
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Agora
não é mais necessário sair de casa para ter um diploma. Diversas
universidades oferecem cursos online tanto de graduação como
pós-graduação e abrem, assim, oportunidade para alunos que, por
diversos motivos, não podem comparecer fisicamente à sala de aula.
Para alguns, essa possibilidade pode parecer ideal não há preocupações quanto a chegar atrasado às aulas, temor em ser chamado para falar em público ou o incômodo de sentar em uma cadeira pouco confortável por horas a fio. Porém, tais pensamentos não passam de mera fantasia! Antes de entrar de cabeça em um curso online, é importante conhecer como funciona esse universo para, então, tomar a decisão de seguir ou não em frente. Foi pensando em ajudar aqueles que estão na dúvida que o site americano Edudemic ouviu pessoas que completaram seus cursos a distância com êxito. Os estudantes deram 5 dicas que consideram fundamentais para aqueles que desejam obter bom desempenho em cursos online. Confira abaixo e veja se você tem perfil para ser um aluno online. 1. A tecnologia não pode ser um problema Pode parecer óbvio, mas para participar de um curso a distância é fundamental que se tenha acesso à tecnologia exigida. Acesso a computadores com boa conexão à internet pode ser uma demanda diária. Muitos cursos exigem de seus alunos uma produção volumosa, assim, computadores lentos podem atrapalhar o rendimento, causando, até mesmo, atrasos significativos em relação aos prazos estabelecidos pelos professores. Se a tecnologia for um peso e causar problemas constantes ela se tornará o foco e prejudicará o desenvolvimento do curso. 2. Saiba que tipo de estudante você é É importante conhecer-se como estudante, pois dessa forma, torna-se possível incentivar o seu gosto pelo estudo. Conhecer os elementos e recursos que acionam sua curiosidade e vontade de estudar é fator-chave para um bom desempenho, não apenas nos cursos presenciais, mas também e principalmente nos cursos a distância. Você pode buscar complementos para o conteúdo que lhe foi passado na plataforma online e assim, ampliar o tema debatido em aula. Dividir suas descobertas e métodos com seus colegas também pode ser interessante. Pense em organizar fóruns de discussão com aqueles que compartilham interesses semelhantes aos seus. 3. Seja disciplinado Um curso online exige ainda mais disciplina do que cursos presenciais. Você estará sozinho, sem professores ou colegas em volta que, ocasionalmente, possam chamar sua atenção para uma questão importante ou caso você esteja distraído. Você é o único responsável por determinar quais serão as políticas de aula e estudo. A primeira dica é estabelecer uma hora específica para a aula. A segunda dica é: não se distraia durante a aula. Não levante pra resolver problemas, atender ao telefone ou a campainha. Deixe claro para todos que, de tal a tal hora, você está ocupado. 4. Você deve ser capaz de trabalhar bem sozinho Se você tem dificuldades para trabalhar sozinho, talvez um curso a distância não seja a melhor opção. Não haverá pessoas em volta para te motivar, a motivação partirá inteiramente de você e sua pró-atividade. Alguns cursos online, porém, propõem atividades em grupo (grupos online), mas não é sempre que ocorre. 5. Saiba administrar pausas, elas também são necessárias. Saiba administrar o tempo. Estudar em casa pode ser perigoso pois a falta de horários pré estabelecidos pode levar ou a uma produtividade escassa ou a um tempo de trabalho sem limites, que se estende muito além do recomendado. Como já foi dito, estabeleça um horário para a aula e cumpra esse horário, sem esquecer das demais atividades, que são fundamentais e podem te ajudar a aproveitar ainda melhor o curso. Pausas são necessárias! |
| Fonte: Portal Educomunicação |
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